quinta-feira, 30 de junho de 2011

Redes sociais influenciam compra de produtos verdes, diz pesquisa

Propagandas e programas de TV ainda são os mais levados em conta no processo de decisão de consumo, mas Facebook e Twitter vêm ganhando destaque


 
Por Letícia Alasse, Mundo do Marketing


As redes sociais influenciam os consumidores na hora de comprar produtos sustentáveis. É o que indica a pesquisa ImagePower Green Brands 2011, realizada pela Penn, Schoen & Berland Associates (PSB), com nove mil pessoas, na Alemanha, Austrália, Brasil, China, Estados Unidos, França, Índia e Reino Unido.


As propagandas e os programas de TV ainda são os meios mais levados em conta na hora da compra, com 46% e 38%, respectivamente. O Facebook e Twitter, no entanto, vêm ganhando espaço, com 26% das citações. O mesmo processo ocorre na Índia (27%) e na China (34%). Já nos países desenvolvidos, a influência das redes sociais na vida dos consumidores é menor. Nos Estados Unidos, o índice é de 7%, no Reino Unido e na Austrália, de 5%, e na França é de apenas 3%.

Em relação às empresas, os brasileiros são os mais exigentes e 81% desejam que as companhias sejam responsáveis por reciclar as embalagens de seus produtos. Em seguida aparece a Alemanha (77%), a Índia (71%) e os Estados Unidos (57%). A Natura está no topo do ranking das empresas mais verdes no Brasil, seguida por O Boticário, Ypê, Unilever, Nestlé, Petrobras, Bombril, Johnson & Johnson, Avon e Hering.

O estudo revela ainda a importância da embalagem para os consumidores. De acordo com o levantamento, 38% dos 1.001 entrevistados no Brasil afirmam que as informações no rótulo pesam na sua decisão. A maioria também considera essencial que as embalagens apresentem mais dados, como o impacto ambiental do produto (78%), a origem (76%) e o processo de fabricação (65%).

quarta-feira, 29 de junho de 2011

10 dicas para conseguir um aumento salarial

Grande parte do sucesso de uma negociação salarial está em suas mãos, o que não o autoriza a cometer gafes, tais como invadir a sala do chefe ou reduzir o ritmo de trabalho.
  
 
Os recentes episódios, envolvendo soldados do corpo de bombeiros do Rio de Janeiro, trazem à tona a questão dos reajustes salariais e da desigualdade social, ainda dominante no país. De um lado, homens que arriscam suas vidas lutando por um soldo digno, o qual possibilite a sobrevivência de sua família. Por outro, deputados, senadores e agora prefeitos e assessores, os quais, com a faca e o queijo na mão, duplicam ou triplicam seus vencimentos, compram carros importados e criam projetos para inflar seus já gordos contracheques.

Entre os extremos da pirâmide, estão milhões de brasileiros que atuam na iniciativa privada, seja em micro, pequenas, médias ou grandes corporações, os quais convivem com a lei da oferta e da demanda, ajustando seus vencimentos de acordo com as variações do setor, mercado e economia. A este grupo, listo dez dicas que poderão ajudá-los em sua próxima negociação.

Políticas de recursos humanos: algumas companhias costumam classificar seus funcionários por cargos e faixas salariais, as quais são subdivididas por quartis. Um mesmo cargo pode estar em diferentes faixas e diversos quartis, dependendo da senioridade do profissional. Entender seu posicionamento auxiliará na montagem inicial de sua estratégia.

Bolsa de salários: nem todas as empresas costumam pagar salários aproximados a cargos similares, ainda que tenham portes idênticos ou pertençam ao mesmo segmento. Pesquisas salariais e conversas com colegas do setor poderão ajudá-lo a comparar seu holerite com a concorrência.

Compensação total: avalie os benefícios oferecidos pela empresa além do salário fixo mensal. Coloque na ponta do lápis itens como: subsídios em cursos de línguas ou pós-graduação, bônus em dinheiro ou ações, previdência privada complementar, vales alimentação, reembolso médico e odontológico. Some e calcule sua remuneração anual. Você poderá se surpreender positivamente com o resultado.

TommL/istockPhoto
Grande parte do sucesso de uma negociação salarial está em suas mãos, o que não o autoriza a cometer gafes, tais como invadir a sala do chefe ou reduzir o ritmo de trabalho


Oportunidades de carreira: apesar da pressa da atual geração Y em galgar a pirâmide hierárquica através da troca de empregos, pare e avalie o histórico dos profissionais de sucesso da companhia. Onde estão e como chegaram lá? Com o achatamento das estruturas, promoções laterais para outras áreas, funções, mercados ou geografias podem ser movimentos interessantes.

Situação da companhia: analise o momento pelo qual a empresa está passando. Queda nas vendas, perda de contratos, corte de custos e demissões, costumam não combinar com pedidos de aumento salariais, mesmo que justificados. A resposta negativa será possivelmente amparada por um dos motivos listados.

Fatos e realizações: caso ainda esteja disposto a pedir aumento, faça-o com base em números e ações tangíveis. Aumento de vendas, lançamentos de produtos, criação de processos, abertura de clientes. Mostre como seu desempenho tornou possível a mudança. Comentários de clientes, fornecedores e colegas de trabalho podem também ser utilizados em alguns casos.

Hora certa: em algumas companhias, há momentos dedicados para fazer sua solicitação, tais como avaliações de desempenho. Quando não houver, utilize seu feeling para escolher a hora certa. Avalie o humor de seu chefe, agendando um horário reservado para conversarem. Evite épocas de auditoria, finais de mês ou visitas estratégicas, quando os nervos costumam estar à flor da pele.

Privacidade: mantenha a discrição com relação a seus colegas de trabalho. Envolvê-los poderá gerar conversas paralelas através da rádio peão. Em épocas de web 2.0, evite também enviar emails, participar de grupos ou postar comentários que possam chegar ao conhecimento da empresa ou de seu superior.

Ética: em alguns casos, você poderá ter outra proposta em mãos, o que aumentará consideravelmente seu poder frente a seu superior. Esteja, porém, preparado para uma eventual resposta negativa. Neste caso, não haverá outra opção senão a porta de saída. Deixá-la aberta é obrigação e sinal de inteligência. Lembre-se que o mundo dá voltas.

Opções: avalie alternativas além do salário, cujo aumento poderá não ser possível devido aos critérios já mencionados. Benefícios indiretos podem tornar sua compensação total atraente, assim como novas funções contarem pontos em sua experiência profissional, valorizando seu currículo.

Como conclusão, grande parte do sucesso de uma negociação salarial está em suas mãos, o que não o autoriza a cometer gafes, tais como invadir a sala do chefe, reduzir o ritmo de trabalho, realizar piquetes ou incitar colegas a fazer greves.

Acredite no IPMA: informação + planejamento + momento + alternativas, como base do sucesso. Caso deseje algo mais rápido, invista em algum cargo legislativo ou executivo, ocupando-o ou se aliando a alguém que os possui. As regras, porém, serão totalmente diferentes das anteriormente mencionadas, as quais felizmente eu não tenho a receita.

As duas redes sociais: a informativa e a produtiva

Há uma certa confusão no ar.

As pessoas/empresas têm imaginado que as redes sociais são um ônibus que se entra e, se possível, se senta na janela para ficar acenando para os seguidores, de longe como uma seleção na copa.

O ato de entrar em algum lugar denota opção, de algo que se pode, ou não se pode fazer.

- Entro ou não entro no cinema?
- Quero ou não quero ver esse filme?

Entretanto, similar a outros ambientes informacionais baseados no livro, no telefone ou computador vivemos uma migração de ecologias informacionais.

O ser humano está sofrendo uma mutação cerebral, afetiva, emocional na forma de lidar com a informação, com o conhecimento e com as outras pessoas.

E o que é individual será coletivo dentro em breve.

Assim, não se trata de entrar ou não, mas sincronizar, ou não, com um novo modo de se relacionar, se informar, conhecer, ser, existir.

Ponto!

- Isso tem começado dos mais novos para os mais velhos.
- De fora para dentro das organizações.

Dois fenômenos bem diferentes de tudo que estamos acostumados.
Ou seja, o movimento atual de mudança de ar informacional é:

- obrigatório;
- veio para ficar;
- modifica o nosso futuro de forma radical.

Ou seja, estamos passando a ser homus redes digitalis ao invés de homus de massa du papel impressus.

Assim, já observo dois movimentos distintos das organizações em relação às redes sociais.

Começam, com essa visão meio torta, os projetos de "mídia social", "rede social" e as plataformas tecnológicas visam implantar/utilizar um novo canal de comunicação.

E passam ao uso de plataformas informacionais de terceiros (Geralmente, via Twitter, Facebook, etc.) como uma extensão da comunicação e do marketing das empresas, podemos chamar esse estágio inicial ao se utilizar de redes sociais informativas.

Elas se caracterizam por gerar informação, relação, mas não alteram a forma de se produzir produtos, serviços.

O usuário reclama, via Twitter, e aquilo é como se ele tivesse telefonado.
Isso vale para uma cidade, governo ou empresa.

A rede social informativa está fora do ambiente produtivo.

Não faz parte ou altera processos.

É o estágio 1 de tudo, mas se não for visto como tal, vai criar problema, pois ao tentar se comunicar para fora com uma velocidade de mudança muito lenta, vai gerar demandas que não será capaz de atender!!!

Pois as reclamações serão mais rápidas e não se preparou uma rede social produtiva para atendê-las.

Assim, os pedidos não geram automaticamente mudanças. Ou seja, é meramente algo que repete o modelo anterior, mas com outro colorido, uma cor um pouco diferente para todos se sentirem modernos.

O caminho, entretanto, não se mostra eficaz nessa direção.

Está se gastando dinheiro, mas com problemas sérios a bombordo, estibordo e todos os bordos que se olhe.

Como ando rouco de dizer a Internet veio ao mundo para resolver problemas produtivos, via inovação. E isso vai desaguar em grandes redes sociais produtivas, no qual clientes, fornecedores, acionistas, colaboradores estarão trabalhando no mesmo ambiente.

O usuário vai encomendar o seu produto, via rede social, e aquilo será parte integrante do processo da organização.

Cada clique significará uma mudança na maneira de se produzir, não apenas de informar.

É a transformação de informação em ação.

E esta é a passagem necessária para sair do estágio atual de querer entrar na rede social para transformar o negócio em rede social.

Por isso, defendo tanto a discussão de tudo isso no planejamento estratégico, pois estará se discutindo o futuro da organização nesse momento, imaginando e projetando-se a migração de uma empresa hierárquica, baseada em um ambiente digital do papel, controlado para outro digital com outro tipo de controle.

Ou seja, qual é o projeto para se se entrar no novo Século XXI de forma competitiva.

Que dizes?

Google apresenta novo conceito de rede social

Ainda em fase experimental, o serviço está disponível para um seleto grupo de usuários do Google.



Em resposta ao crescimento do Facebook dentro do universo das redes sociais, o Google lança nesta terça-feira, 28, o Google+ Project (Projeto Google+).


Com o slogan "Compartilhamento da vida real repensado para a web", o site permite que os usuários criem diferentes círculos de amigos ao arrastar e soltar contatos do Gmail em um grupo específico. Ele foi projetado para compartilhar com pequenos grupos, como os colegas da faculdade e amigos mais próximos.

Ainda em fase experimental, o serviço está disponível para um seleto grupo de usuários do Google. Na página inicial do Projeto Google+, há o seguinte comunicado: "Neste momento, estamos testando o produto com um grupo pequeno de pessoas, mas em breve o Projeto Google+ estará disponível para todos. Deixe seu e-mail conosco e avisaremos você assim que convidarmos mais pessoas para participar."

terça-feira, 28 de junho de 2011

Adultos também são vítimas de bullying e têm carreira prejudicada!

Nunca se falou tanto em bullying. Mas a prática de agredir alguém (verbal, física ou psicologicamente) não é comum somente nas escolas. Gente que há muito tempo passou dessa fase usa esse artifício para neutralizar o desempenho e autoestima de colegas no meio corporativo. São profissionais que costumam ter atitudes nada louváveis e incompatíveis com seu currículo, como isolar um colega, zombar de alguma característica, inventar fofocas, boicotar em reuniões ou ridicularizá-lo por sua orientação sexual, política ou religiosa.É óbvio que pessoas que passam tantas horas por dia em uma mesma empresa tendem a desenvolver vínculos que, uma vez ou outra, acabam descambando para o gracejo ou a gozação explícita. No caso do work place bullying (sim, a prática já ganhou nome próprio), porém, as piadas são feitas com o objetivo de ferir a autoconfiança alheia ou se exibir para o resto da equipe. “Aspectos intelectuais nem sempre estão ligados ao desenvolvimento emocional. Alguém competente pode ter um padrão de comportamento imaturo e ser inseguro”, comenta Dulce Helena Cabral Hatzenberger, coordenadora do Departamento de Psicologia do Trabalho da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Para a psicóloga Dorit W. Verea, diretora da Clínica Prisma – Centro de Prevenção e Tratamento em Saúde Emocional, de São Paulo, algumas pessoas não amadurecem, só envelhecem. “A maturidade nos traz a consciência de que ninguém é melhor do que ninguém em absoluto. Geralmente, as pessoas que praticam o bullying adulto depositam suas forças quando têm receio pelos êxitos dos demais. Há um sentimento de irritação, de rancor, em relação ao sucesso que o outro possa ter”, pondera.
Segundo a opinião de Dorit, o agressor seria, portanto, um invejoso ressentido com baixa autoestima. “Esse agressor tem claras as suas limitações. Está consciente do perigo constante a que está submetido em sua carreira. É o conhecimento de sua própria realidade o que o leva a destroçar as carreiras de outras pessoas. Pode-se somar o medo de perder privilégios e esta ambição empurra a eliminar obstáculos”, afirma.
Marcia Bandini, diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt),  diz que existem muitas explicações para casos assim. "Em alguns, a pessoa pratica o bullying simplesmente porque tem a oportunidade de fazê-lo. Mais frequentemente, esse tipo de comportamento é uma tentativa de se promover em cima do outro. São técnicas que podem funcionar por algum tempo, mas nunca perduram em bons ambientes profissionais”, afirma.
O problema levanta duas questões importantes. Quem pratica bullying na idade adulta fez o mesmo quando criança? Ou foi alvo e quer sublimar a baixa autoestima? De acordo com os especialistas, a relação pode existir, mas não devemos generalizar. É claro que existe uma tendência de que as pessoas repitam comportamentos. Só que isso não é regra. "Muitas pessoas que sofreram bullying na infância conseguiram superar os sentimentos negativos. Isso evita que o bullying seja repetido na idade adulta”, esclarece Marcia Bandini.
Já George Barbosa, presidente da Sociedade Brasileira de Resiliência (Sobrare), acredita que essa não é uma relação de causa e efeito. “Eu acredito que duas situações se encontram: um ambiente com uma ética duvidosa e uma pessoa com fracas convicções sobre seus valores. O resultado é a contaminação e a pessoa aderir ao comportamento da empresa”, diz.
Vire a mesa
Mas se na escola as crianças vítimas de bullying podem –quando têm coragem– contar com o apoio de pais e professores, a quem recorrer para lidar melhor com a intimidação ou a zombaria incômoda no trabalho? A psicóloga com abordagem cognitiva Vivian Behar, de São Paulo, dá o clássico exemplo da competitividade em reuniões para sugerir o que fazer.
“Nas reuniões importantes o clima costuma ser de salve-se quem puder. Cada um que queira subir de cargo numa empresa tem de se defender sozinho e não esperar passivamente que outro lhe dê passagem. Quem se vê como vítima de bullying numa situação dessas deve avaliar se é a primeira vez que se sente assim, e, nesse caso, falar com a pessoa que o maltrata.

A psicóloga salienta que é sempre importante que um adulto se posicione sem medo, seja com suas ideias profissionais, seu credo, raça, sexo... “Isso depende mais da sua autoconfiança, da disposição de perder um emprego, amigo, time e buscar novos lugares. Crianças dependem dos pais para implementar mudanças em suas vidas. Adultos, não. Adultos podem lutar por seus espaços”, avisa.
Também há quem tenha muita dificuldade de lidar com o que é diferente, o que faz com que o bullying adulto navegue nas águas turvas do preconceito. Há pessoas que sentem-se mais confortáveis entre iguais porque não são desafiadas ou confrontadas em suas crenças e comportamentos. As empresas, na visão dos experts, devem trabalhar no sentido de que a diferença seja vista como algo que desperte o interesse, em vez de temor.
Para Dorit, as corporações precisam ter consciência de que bullying no trabalho é um problema sério e recorrente. “O bullying é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura de muitas organizações.”
Dorit diz que é importante investir no relacionamento entre os colaboradores (inclusive fora do horário de trabalho). Estabelecer um código de conduta a ser seguido por todos, conversar com as partes envolvidas separadamente e em conjunto e criar um canal para que o funcionário possa denunciar o fato. No plano individual, cada um deve trabalhar para que exista um clima saudável na empresa e se esforçar para, no mínimo, aprender a lidar com as diferenças.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O Sucesso consiste em não fazer inimigos :

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras. 

Regra número 1:
 colegas passam (e chefes também), mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. 

Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007. 

Regra número 2:
 A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros. 

Regra número
 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar cargo ou de emprego. 

Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar como você está e sempre reclama porque sumiu. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. 

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos, na verdade teve colegas e apenas meia dúzia de inimigos. 
Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A Lei da Perversidade Profissional diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é possível que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos amigos. 

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.
 Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória ! 
Max Gheringer

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Senado aprova projeto que permite empresa individua

A proposta acaba com a obrigatoriedade de haver dois sócios na constituição de uma empresa individual de responsabilidade limitada.

Pelo projeto, apenas o patrimônio social da empresa responderá pelas dívidas da própria empresa.


Brasília - O Senado aprovou hoje, por unanimidade, o projeto de lei que trata da empresa individual de responsabilidade limitada. O projeto, de iniciativa do deputado Marcos Montes (DEM-MG), segue agora para sanção presidencial. O parecer do relator, senador Francisco Dornelles (PP-RJ) havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no início do mês.

A proposta acaba com a obrigatoriedade de haver dois sócios na constituição de uma empresa. Dornelles chamou-o de "projeto antilaranja" alegando que, na maioria das vezes, "o outro sócio não tem interesse na empresa, formando uma sociedade limitada originalmente fictícia, apenas para afastar o risco de afetação do patrimônio pessoal do empresário".

Pelo projeto, apenas o patrimônio social da empresa responderá pelas dívidas da própria empresa, excluindo-se o patrimônio pessoal do empresário. Marcos Montes lembra, na justificativa, que desde os anos 1980 está sendo discutida a proposta da empresa individual, ideia lançada no Programa Nacional de Desburocratização.

O líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), lembrou na CCJ que, pelas regras da legislação atual, quem deseja ter a sua própria empresa precisa montar a operação detendo 99% do patrimônio, mas sendo obrigado a ter pelo menos mais um sócio, com apenas 1% do capital. "A exemplo do que fez o ex-ministro-chefe da Casa Civil Antonio Palocci na criação da consultoria Projeto", citou. No caso do ex-ministro, Demóstenes lembrou que ele tem 99,9% do capital da empresa e seu sócio tem menos de 1% do capital.

O texto aprovado pelos senadores prevê que a nova empresa jurídica tenha um patrimônio mínimo integralizado de pelo menos 100 salários mínimos (R$ 55 mil). A empresa individual de responsabilidade limitada só será obrigada a honrar dívidas no limite de 100 mínimos, ficando o patrimônio pessoal do empresário protegido.

Dornelles afirma que o procedimento atual eleva os custos, "afetando a competitividade internacional do empresário brasileiro em um ambiente de concorrência global". Citou como exemplo o fato de a Junta Comercial do Rio de Janeiro cobrar R$ 182 para realizar o registro inicial do empresário. "Mas o valor é elevado para R$ 300, no caso de sociedade limitada", informou o senador.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Feedback Online

As empresas, de todos os lugares do mundo, querem engajar seus funcionários. Na medida em que você consegue construir o negócio ao mesmo tempo em que conduz os funcionários para o engajamento, então, temos uma situação ganha-ganha.

O Facebook já tem algo como 640 milhões de usuários no mundo todo. O Twitter recebe mais de 95 milhões de tweets a cada dia, e Yelp, um site que destaca o feedback em provedores de serviços, já passou dos 50 milhões de usuários mensais. A mídia social, de uma forma ou de outra, sem dúvida, chegou para ficar. De fato, 90% de consumidores online confiam nas recomendações de pessoas que conhecem e 70% confiam nas opiniões de usuários desconhecidos.

Num passado recente, marcas, especialmente as do setor de hospitalidade, tiveram que acreditar em pequenas amostragens de relatos de compradores, pesquisas de dados e ou em fichas de avaliação inconsistentes para avaliar as perspectivas do consumidor. Agora, com todos estes websites devotados para revisões e comentários de consumidores, cada um acaba se tornando um crítico. Mais ainda, o alcance e influência destas críticas do consumidor estão crescendo em ritmo vertiginoso por meio da mídia social. É importante capitalizar o conhecimento sobre estas informações em tempo real e as apresentar de uma forma compreensível e acionável.
Ao mesmo tempo, existem relatos abundantes dos efeitos na motivação e engajamento dos funcionários e dos resultados no atendimento ao cliente. Entretanto, uma empresa descobriu que conectando os funcionários, diretamente ao que os clientes estão comentando, online, aumentou o sentimento de propriedade da equipe e o relacionamento com o cliente. Esta empresa, Parasole Restaurant Holdings, localizada em Minnesota, é fundadora de uma rede de restaurantes ecléticos e de vanguarda que inclui o Buca Di Beppo.

Em parceira com a newBrandAnalytics, Parasole, e uma forma eficaz, captura uma visão em tempo real do feedback de seu cliente online e a sintetiza, gerando insights acionáveis que podem, imediatamente melhorar a satisfação do cliente e aumentar a receita.
"Muitas empresas como a Parasole, também estão vendo que compartilhar feedback do cliente online por meio dos canais da mídia social com seus funcionários, dá a elas um senso renovado e sustentável de motivação e sentimento de propriedade sobre o serviço ao cliente e uma visão geral da experiência do cliente", explica Ashish Gambhir, co-fundador da newBrand Analytics.
De posse deste tipo de feddback, os funcionários da Parasole agora entendem a importância da experiência do cliente porque eles podem lê-lo diariamente na Internet.
Aqui está um grande desafio para as empresas no setor de serviços que poderão também experimentar o poder do feedback online do consumidor e melhorar seus níveis de serviço e de atendimento.
 
Fonte: não identificada

Era do conhecimento exige novas formas de motivação

As organizações precisam de pessoas talentosas mais do que elas precisam das companhias.

Daniel Pink seguiu à risca o que vem disseminando em seus livros desde os anos 1990. Depois que deixou o trabalho no governo do presidente Bill Clinton, onde era um dos principais redatores dos discursos de Al Gore, seguiu carreira solo e passou a gerir o próprio destino. Como "agente livre" - termo criado em sua primeira obra para designar aqueles que decidem agir por conta própria quando o assunto é trabalho- vendeu mais de um milhão de exemplares de seus quatro livros, traduzidos para 31 línguas. Além disso, é editor colaborador da revista Wired.

Seu livro mais recente, "Motivação 3.0", lançado em 2010 (Editora Campus), fala sobre o que move os profissionais na era do conhecimento. Para Pink, eles não se interessam apenas por dinheiro, embora pagar bem signifique liberar o funcionário da preocupação com a conta bancária em prol de um pensamento mais criativo e focado no trabalho. O escritor vai estar no Brasil pela primeira vez no dia 29 de junho no Fórum HSM Inovação e Crescimento. Antes de embarcar, ele concedeu uma entrevista exclusiva ao Valor de seu escritório, o Pink Inc. A seguir os principais trechos da entrevista:

Valor: O que mudou no mundo corporativo desde que "Free Agent Nation", seu primeiro livro, foi publicado?
Daniel Pink: Algumas mudanças importantes aconteceram nesses dez anos. Não existiam as redes sociais, os blogs, o Facebook. Os celulares já eram usados, mas sua penetração era muito diferente. No Brasil, hoje existem mais aparelhos do que habitantes. Os avanços tecnológicos ajudaram a aumentar o poder do indivíduo. Como não existe mais a ilusão do trabalho para a vida toda, é preciso usar mais instrumentos disponíveis para desenvolver o próprio trabalho.

Valor: Os "agentes livres" sofreram com a crise e os cortes nas terceirizações de serviços. Esse é o lado ruim de gerir a própria carreira?
Pink: Sim, não é muito seguro ser um agente livre. Você está exposto a um enorme risco, mas isso acontece também nos empregos corporativos. Quando você é demitido de uma grande organização, é um desastre. Mas se você trabalha por conta própria, a perda de um cliente ou de um consumidor é ruim, mas não o fim do mundo. As pessoas que trabalham sozinhas diversificam o risco. Outra mudança interessante é que o emprego corporativo e o do "agente livre" estão se tornando cada vez mais parecidos. Nos EUA, por exemplo, poucas pessoas querem ficar em uma empresa para o resto da vida. Elas preferem estar nelas por até cinco anos. Ao mesmo tempo, as companhias estão fazendo com que os indivíduos sejam cada vez mais responsáveis por sua própria educação e treino.

Valor: A lealdade com as companhias acabou, principalmente entre os jovens que pulam de um emprego para outro. Os ciclos mais curtos prejudicam a sua formação?
Pink: Em alguns casos sim. Entretanto, a natureza do aprendizado mudou. Tudo está mais rápido. As pessoas aprendem a usar o Twitter como ferramenta de marketing ou a tecnologia das redes sociais na prática. Obviamente existem coisas que demandam tempo e dedicação. Por outro lado, a velocidade das transformações está obrigando as pessoas a aprenderem quase em "tempo real". Para ser maduro, porém, é necessário ter experiência. O instrumental é mais fácil de desenvolver, enquanto a habilidade de lidar com pessoas demora. Talvez seja melhor ficar mais tempo em dois ou três lugares do que passar por sete.

Valor: O que motiva as pessoas no trabalho hoje?
Pink: Sem dúvida, o dinheiro é um fator importante. O problema é que ele não é tão efetivo como pensamos. Gestores acreditam que um jeito de fazer as pessoas melhorarem é as recompensando ou as punindo por suas performances. Algumas vezes, isso funciona, mas não tanto quanto acreditamos. É o que chamo de "If you do this you get that" (Se você faz isso ganha aquilo). Esse método é bom para quem realiza tarefas simples e mecânicas, mas deficiente para quem faz um trabalho mais complexo e criativo.

Valor: Com o senhor explica o conceito da motivação 3.0?
Pink: Nos primórdios da civilização, existia o que chamo de Motivação 1.0, movida pelo instinto biológico. Quando as pessoas começaram a viver em uma sociedade mais complexa, ela se tornou ineficiente, então surgiu a Motivação 2.0. Ela era baseada em recompensa e punição e se mostrou muito eficaz para o trabalho que as pessoas faziam nos Séculos XIX e XX. A Motivação 3.0 é diferente. Trata-se de perceber que, para trabalhos conceituais e pensamentos complexos como os realizados, hoje é preciso acionar outros gatilhos. As pessoas querem, por exemplo, dirigir a própria vida e aprender melhor algo que considerem importante. Elas também querem ver propósito no que fazem.

Valor: A meritocracia é relevante nesse novo contexto motivacional?
Pink: Ela é muito importante porque é um sistema justo. Mas apenas oferecer mais para as pessoas como recompensa não é uma forma efetiva de fazê-las realizar melhor suas tarefas. Se um gestor diz que vai dar US$ 10 mil de bônus para a melhor ideia, está fazendo tudo errado. Essa pode ser boa uma maneira de fazer as pessoas trabalharem mais, mas não de estimular o pensamento criativo. O que funciona é pagar melhor as pessoas e ter certeza de que elas não estarão pensando em dinheiro, mas sim no progresso de seu trabalho. O bom da meritocracia é que a pessoa que produz menos é demitida e a que tem uma performance superior é recompensada. Mas se o apelo do dinheiro for usado da maneira errada, poderá ter um efeito devastador na motivação.

Valor: Algumas pessoas se sentem altamente motivadas em atividades fora do trabalho. Como as empresas podem captar essa energia e obter a mesma empolgação no ambiente de trabalho?
Pink: Essa é uma pergunta muito importante. Acho que está relacionada com olhar o que as pessoas fazem fora e tentar entender porque elas gostam tanto daquilo. Acredito que fora da empresa as pessoas têm mais controle, então conseguem ter um senso maior de seu progresso. Se elas tocam um instrumento ou praticam um esporte, conseguem saber quando estão melhorando. O mesmo acontece com o trabalho voluntário. Elas se sentem contribuindo de forma efetiva para algo. A saída é mudar o ambiente de trabalho, dar mais autonomia, ser flexível no horário do expediente, permitir que as pessoas trabalhem com quem elas querem, além de dar feedbacks regularmente.

Valor: As companhias enfrentam a eterna disputa pelos talentos. Onde elas erram na hora de reter e atrair os melhores profissionais?
Pink: As organizações precisam de pessoas talentosas mais do que elas precisam das companhias. Para atrair os melhores, é necessário mudar o ambiente de trabalho e entender o que eles querem. Os líderes não devem apenas monitorar as pessoas, mas explicar porque elas estão fazendo aquilo e como elas podem melhorar sua atuação. Uma razão para que os talentos não parem nas organizações é que elas os tratam como trabalhadores industriais do Século XIX. Hoje, porém, eles têm personalidades e competências diferentes.

Fonte: Valor Online

terça-feira, 14 de junho de 2011

Facebook começa a perder usuários

Prestes a alcançar os 700 milhões de usuários, o Facebook começa a sentir o peso da inconstância na internet. Isso porque a maior rede social do mundo está em processo de perda de usuários nos países que ajudaram a popularizá-lo, como Estados Unidos e Canadá.




Levantamento realizado pelo site Inside Facebook mostra que em apenas um mês, a criação de Mark Zuckerberg perdeu cerca de 6 milhões de usuários nos EUA, indo de 155,2 milhões no início de maio para 149,4 milhões no final. No Canadá, 1,52 milhão de pessoas deixaram o site, que ficou com 16,6 milhões. Ao mesmo tempo, Reino Unido, Noruega e Rússia perderam mais de 100 mil usuários.



O IF destaca que esse pode ser um movimento de saturação, pois os únicos países que ainda mostram alta são aqueles em que o Facebook demorou a se popularizar (veja quadro ao lado). Entre eles o Brasil, que ocupa a ponta entre os que mais cresceram entre maio e junho – passando de 17,1 milhões para 19 milhões, (+10%).



No geral, o Facebook teve incremento de 11,8 milhões em número de usuários em maio e 13,9 milhões em abril. Mas, durante os últimos 12 meses, a rede ganhava pelo menos 20 milhões a cada 30 dias.





Redação Adnews

Entrevista de emprego: como falar sobre você mesmo

Especialistas apontam como responder à temida questão “fale mais sobre você” na busca pelo novo emprego.
Amanda Luz


Para se destacar e dizer quem é você, primeiro faça o 'dever de casa'.

São Paulo - Antes de chegar à entrevista de emprego, o candidato se preparou para falar sobre aptidões e habilidades, sobre a área de atuação e sobre empresa onde pretende trabalhar. Quando o recrutador pede para que ele fale sobre ele mesmo, surge um grande branco.

Mais comum do que se pensa, falar sobre si mesmo é a dificuldade de boa parte dos candidatos à entrevista de emprego. Pensando nisso, Exame.com perguntou a alguns especialistas um guia prático do certo e o errado na hora de dizer ao recrutador “quem é você”.

1. Conhecer a si mesmo

Parece simples, mas o candidato precisa fazer um “dever de casa” antes de sair para a entrevista. “Ele precisa se conhecer o suficiente para saber o que falar sobre si mesmo sem ser prolixo ou perder a noção do tempo disponível”, diz Fernanda Amorim, diretora da consultoria de recrutamento Michael Page.

Fernanda sugere que o profissional pense na pergunta antes de qualquer entrevista, mesmo que seja no caminho para o local, e esteja preparado para destacar as suas habilidades, mas também saber suas fraquezas.

2. Por onde começar?

Em um primeiro momento, quando o recrutador não direcionar a pergunta, a sugestão é falar de forma breve sobre a personalidade.

“O candidato deve resumir as suas características principais, de forma generalista e sem se alongar muito, dizer se é uma pessoa mais tranquila ou enérgica, por exemplo”, aconselha Rafael Meneses, sócio-gerente da consultoria de recrutamento Asap.

Segundo Meneses, quando a pergunta já for direcionada para os negócios, o profissional deve tomar cuidado para não se “enrolar” no subjetivismo. “Apresentar fatos concretos sobre a sua experiência anterior e exemplos de como uma situação foi conduzida consolida as informações”, explica.

Isso significa que não adianta elencar qualidades próprias sem apresentar situações ou resultados obtidos, de acordo com o consultor. Evitar excesso de “eu acho” e “eu penso” já é um bom caminho.

Se houver dúvidas sobre a intenção do recrutador, é permitido perguntar e tirar a dúvida. "Por onde você prefere que eu comece?" ou "você prefere que eu fale sobre meu perfil ou experiência profissional?" são algumas sugestões.

3. Falar sobre a carreira

Quando o recrutador pede para que o candidato falar sobre as suas realizações profissionais, ele não espera a descrição do que está no currículo em cima da mesa.

“A intenção é fazer um mapeamento do perfil do candidato, seja para saber sobre como é a forma dele lidar com situações, como para ver se há compatibilidade do perfil dele com o da empresa”, explica Fernanda.

A avaliação baseada nas competências do candidato, segundo Meneses, é cada vez mais utilizada para recrutar executivos de média e alta gerência. “Esse tipo de entrevista é baseado nas situações e serve para prever algum tipo de comportamento do profissional no futuro”, diz o consultor.

A sugestão é que o candidato esteja preparado para dar exemplos da forma como executa seu trabalho. Ele por contar, por exemplo, algum conflito que ele teve que resolver em experiência anterior e quais foram os resultados positivos obtidos.

“Ele precisa ter tranquilidade e maturidade para esse tipo de abordagem, inclusive para reconhecer fraquezas e apontar necessidades que tem a desenvolver ou que esteja aprimorando”, aponta Meneses.

4. O que é proibido?

Além do excesso de “eu acho” e do subjetivismo, os especialistas apontam que o candidato deve evitar assuntos polêmicos ou opiniões controversas.

Fernanda alerta também para a atenção ao relógio. “O profissional deve ser breve, falar o necessário sobre quem ele é, as áreas de interesse e experiências profissionais, mas sem se estender demais ou ser prolixo”, diz.

Uma estratégia de preparo antes de sair de casa é ensaiar a pergunta, em frente ao espelho, com o tempo máximo de cinco minutos. Se o recrutador quiser saber mais sobre algum ponto do que o profissional falou, ele irá pedir para discorrer mais sobre o assunto.

O candidato deve ainda fugir dos clichês, com atenção para não dar um tiro no pé e perder a mão na sinceridade. Os recrutadores entrevistam muitas pessoas e estão cansados de ouvir qualidades transformadas em defeitos apenas com o acréscimo da dimensão em excesso.

"Perfeccionismo" pode soar um falso defeito até para os verdadeiramente perfeccionistas. Exagerar nas qualidades também não é indicado.

“A qualidade será percebida pelo que o candidato diz e pelas situações que ele apresenta durante a conversa. Por isso ele deve equilibrar suas qualidades com os resultados em trabalhos anteriores e não cair na armadilha de apenas despejar pontos fortes no recrutador", aconselha Meneses.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

VIVO FAZ USUÁRIO CONVERSAR COM A MARCA NO DIA DOS NAMORADOS

Colocar uma marca para conversar com seu público-alvo não é tarefa fácil. Conseguir emocioná-lo, estabelecer sinergia e ainda mandar o recado certo é para poucos. A agência África conseguiu tudo isso com o novo filme da operadora Vivo, para o Dia dos Namorados (mais uma obra-prima da produtora O2, do Meireles).


A criação usou o antológico “Eduardo & Mônica”, da inesquecível Legião Urbana, e construiu um dos maiores blockbusters da propaganda brasileira. Usou todos os valores da marca por meio de uma história de amor, num ritmo de vídeo-clip bem ao gosto do target, integrou os produtos ao universo do usuário, sugerindo um merchandising de bom gosto.

Bateu tudo no liquidificador com inteligência e materializou o posicionamento "Amor, conexão e transformação". Simples assim? Nem tanto. Um resultado dessa natureza requer uma profunda conexão, com perdão pelo trocadilho, entre agência e cliente. Cumplicidade mesmo. Mergulho no conceito, nos públicos que gravitam em torno dos produtos e serviços dessa marca. A ideia, realização e resultados foram tão eficientes que já pipocam em todas as mídias, espontaneamente, gerando um recall extraordinário para a marca, incluindo, evidentemente, as redes sociais.

Um filme que se transforma, acima de tudo, em aula de comunicação e gestão de marca para as gerações que estão na fila para ocupar as cadeiras mais estreladas da publicidade.
 
Veja-o:
video

As redes sociais e sua influência no mercado corporativo

“Não é o que você diz, é a experiência que você causa” (Brian Solis).

Tuitar, estar no Face, perguntar no Formspring e comentar as fotos do álbum já são algumas das atividades comuns para os internautas. De acordo com estudo da consultoria Nielsen, 86% dos usuários ativos de internet no Brasil usa algum tipo de rede social. Os números comprovam que as pessoas se mantém conectadas para interagir e compartilhar informações e as redes sociais são os ambientes ideais para isto!Com milhões de pessoas na internet, a maioria adulta, com média de 28 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as empresas já revêem seu papel no mundo online. Uma coisa é fato, seja de forma planejada ou acidental, todas as marcas têm uma presença nas mídias sociais. Para algumas, que escolhem a participação pró-ativa, a lembrança online é pautada por promoções e um buzz fora de série. Para as demais, a presença existe por comentários esporádicos, negativos ou positivos.A empresa que participa ativamente das redes sociais escolhe acompanhar o que andam falando de sua marca. Na web, é impossível deter o controle, entretanto, há a chance única de criarrelacionamento com o cliente, valorizando–o em sua postura interlocutora e prestigiando-o como parceiro na melhoria do negócio.Primeiro, é necessário gerenciar o que dizem sobre a marca. Plataformas da web ou até mesmo softwares ajudam a identificar todos os comentários, em tempo real. Relatórios longos, de produção e periodicidade demorada estão ultrapassados. É preciso escolher uma ferramenta adequada à web 2.0 e que transmita insights instantâneos e pontuais. Desta forma, há como identificar cada conversa sobre sua marca nas redes sociais e providenciar a melhor forma de repercutir este comentário.Com a presença profissional na mídia social, a empresa tem condições de rastrear os fãs das marcas, conhecidos como evangelizadores, e maximizar suas declarações na rede. Quando a organização encontrar comentários negativos ou ofensivos, a mesma pode se defender e até mesmo elaborar respostas que esclareçam ou minimizem as impressões negativas.Todo este processo de social media parte do princípio da honestidade e transparência. Na web, as empresas lidam com formadores de opinião e líderes, um público inteligente e sagaz, que valoriza o respeito e a sinceridade. Qualquer prenúncio de “estamos fazendo de conta” é crucificado e se torna motivo de chacota perante os internautas.Entretanto, o risco é muito pequeno, se comparado com a grande oportunidade de criar relacionamento com o cliente. As redes sociais não são uma onda e nem moda, elas caracterizam-se como uma forte tendência que se amplia a caminho de uma revolução, na qual a forma de fazer negócios mudará, adaptando-se à sociedade pós-moderna.Diante deste cenário, o empresário precisa aprender a conversar com o cliente agora e cuidar da sua imagem na web. Segundo pesquisa da Bain & Company, 80% dos CEO’s acreditam que suas marcas oferecem uma ótima experiência ao consumidor, enquanto 8% dos consumidores concordam. Tal fato indica que as redes sociais são o caminho para surpreender os clientes e encantar mais admiradores da marca. Estratégias digitais para o mercado corporativo é questão de sobrevivência e não mais de diferencial competitivo.
 
Reilly Rangel

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A diferença entre Preço e Valor

Artigo do consultor e palestrante Carlos Hilsdorf aborda um dos temas mais debatidos no universo da Administração de Marketing e Vendas, a diferença entre Preço e Valor.




Por Carlos Hilsdorf



O escritor irlandês Oscar Wilde escreveu: "Vivemos em uma época onde sabemos o preço de tudo e o valor de nada!"

Sua afirmativa não poderia ser mais atual, especialmente para profissionais ligados a Marketing e Vendas.

Preço e valor são conceitos muito diferentes!

Em linguagem coloquial, dizemos que preço é o que se paga e valor o que se leva. Esta definição já dá pistas de que os compradores estão mesmo em busca de valor e que o preço seria, em alguma proporção, o esforço monetário despendido para se obter aquele valor.

Quando buscamos adquirir alguma coisa para satisfazer uma necessidade, fazemos vários tipos de esforços, entre eles, investimos tempo e dinheiro.

A soma dos esforços que despendemos para obter o que buscamos representam o preço que pagamos para obter o que queremos, enquanto a soma dos benefícios que recebemos ao obter o que buscamos representa o valor!

É muito importante observar que o preço não é composto apenas pelo dinheiro que investimos. Por exemplo, se gastamos muito tempo para obter alguma coisa, perceba que estamos pagando um "preço" mais alto para obtê-la, afinal investimos mais tempo do que queríamos. O que importa é a soma dos esforços.

Considere a seguinte relação quando quiser compreender a interação entre preço e valor:

Valor = Percepção de Benefícios/(Preço + Expectativas)

Observe que dois bens podem ser vendidos pelo mesmo preço, mas possuírem valores diferentes e, também podem possuir o mesmo valor e serem vendidos por preços diferentes.

Por exemplo: Duas casas podem ser avaliadas, por critérios técnicos, pelo mesmo preço de venda, mas podem apresentar valores completamente diferentes na percepção de quem vai comprá-las, em função das expectativas de cada comprador. Seguindo o mesmo raciocínio, um comprador pode atribuir o mesmo valor a bens oferecidos a preços muito diferentes.

Assim, relativamente, quanto menores forem os esforços (energia, tempo, dinheiro, etc) e maiores forem os benefícios percebidos na satisfação de nossas necessidades, maior será o valor que vamos atribuir a um determinado bem (produto ou serviço).

Afinal, o que importa, quando tratamos de valor, é o valor percebido por quem adquire o produto ou serviço.

Quando um cliente diz "é caro", ele está tendo a percepção de que o produto ou serviço custa mais do que vale.

Quando um cliente diz "é barato", está tendo a percepção de que o produto ou serviço vale mais do que custa.

Quando o cliente diz "o preço é justo", ele tem a percepção de que o produto ou serviço vale exatamente o que custa.

Volto a lembrar que estes esforços não são somente monetários. Eu pago mais por um serviço de urgência porque ele diminui o "custo" da espera, aumentando o benefício da agilidade...

As grandes questões sobre preço e valor são questões de marketing e envolvem o universo das percepções!

Quando julgamos algo como caro ou barato, isso é fruto da nossa percepção dos benefícios recebidos na aquisição.

Portanto, valor de mercado é a estimativa geral do valor de um bem de acordo com a média das percepções de um determinado segmento de mercado e, preço de mercado é o preço médio pelo qual se estima vender este produto ou serviço neste mesmo segmento.

O segredo para não ficarmos reféns dos preços é realizar um excelente trabalho de gestão de valor, ou seja, ressignificar e ampliar a percepção de valor de nossos produtos e serviços na mente de nossos clientes.

Quando pedimos que alguém agregue valor estamos pedindo que torne as coisas especiais, ou seja, trabalhe a percepção do cliente para valorizar mais a oferta, a utilização de nossos produtos e serviços. Agregar valor é fazer com que as coisas sejam percebidas como especiais, apresentando benefícios muito acima do preço (esforço) necessário para adquiri-las.

As melhores empresas e melhores vendedores sempre agregam mais valor que a concorrência; justamente por isso conseguem sustentar preços mais elevados e margens de lucro mais significativas!

Os melhores profissionais de vendas trabalham em cima da percepção de valor de seus clientes, não ficam reféns do preço. Estes são os melhores profissionais de vendas da era atual: os consultores de negócios.

Em todas as áreas da vida sempre serão reconhecidos aqueles que conseguem evidenciar e agregar valor. Estas pessoas preenchem a vida e as relações de significado e conduzem seus interlocutores a perceberem os aspectos mais significativos de cada interação, aquisição e/ou relacionamento.

Agregue mais valor, afinal, a vida e os negócios, quando cheios de significado, não possuem preço.



Por Carlos Hilsdorf: economista, pós-graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Considerado um dos melhores palestrantes do Brasil na atualidade. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero, e do sucesso 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira. Referência nacional em desenvolvimento humano.

Site: www.carloshilsdorf.com.br – Twitter: @carloshilsdorf

terça-feira, 7 de junho de 2011

Saiba o que é mito e o que é verdade na busca por um emprego

Idade atrapalha? Ter filhos é um problema? E as redes sociais? Especialista responde dúvidas e dá dicas que podem ajudar bastante na busca por um emprego.


Quando o assunto é a busca por um novo emprego, muitas dúvidas surgem na cabeça dos candidatos. Aqueles que acabaram de ter filhos sofrem com a possibilidade de o empregador não querer pessoas com crianças pequenas. Outros, mais velhos, temem ser preteridos por conta da idade. Mas será que esses fatores realmente contam?


Para esclarecer estas e outras dúvidas, o InfoMoney consultou a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Juliana Gomes. Veja, abaixo, as respostas.

Idade atrapalha?

Segundo Juliana, quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou serem novas demais. Neste último caso, sobretudo, se estiverem pleiteando um cargo de liderança.

Entretanto, de acordo com a headhunter, tudo depende da posição e do perfil da empresa. “Não adianta querer colocar um profissional mais jovem para liderar pessoas com perfil sênior, por exemplo, e vice-versa”.

Ter filhos é um problema?

A questão de que as empresas não querem contratar pessoas com filhos, sobretudo pequenos, é um mito, afirma a especialista.

De acordo com ela, cada vez mais, as empresas estimulam a qualidade de vida do profissional e esperam que ele saiba administrar o tempo. “A questão é de maturidade de administração”.




Quando o assunto é idade, as pessoas temem ser preteridas por serem mais velhas ou novas demais

Morar longe pode?

A distância e especialmente o tempo de deslocamento entre casa e trabalho são fatores nos quais as empresas prestam atenção, ganhando ainda mais importância nas grandes cidades, como São Paulo.

Por outro lado, Juliana explica que o tempo de deslocamento não é um fator de eliminação, mas pode ser “um voto de minerva” em alguns casos.

Não ter perfil em redes sociais é um crime?

As redes sociais entraram definitivamente na vida das pessoas e isso inclui o mercado de trabalho. Atualmente, diz a especialista, os recrutadores investigam como as pessoas se relacionam na rede, observando tanto o relacionamento com amigos como com o networking.

“As pessoas têm que estar na rede, ligadas no que está acontecendo”.

Ser mandado embora é sinal vermelho?

Ter sido mandado embora do trabalho não é motivo para preocupação. O problema, diz Juliana, é quando a dispensa se torna recorrente.

“É perfeitamente natural sair quando os valores da empresa não combinam mais com os da pessoa. O problema é quando isso acontece repetidas vezes”.

Muitos empregos em pouco tempo é ruim?

Neste caso, explica a especialista, a imagem do candidato pode ser prejudicada. O ideal é que a pessoa termine os projetos começados e fique ao menos de um a dois anos em cada companhia.

O contrário, acrescenta, ficar muito tempo em uma empresa também é ruim, especialmente se a pessoa não obteve qualquer evolução no período.

Processo de trabalho e licença saúde impedem novo emprego?

Ter no “currículo” um processo de trabalho ou uma licença saúde não impactam na busca por um novo emprego, esclarece Juliana. Contudo, no primeiro caso, diz, muitos processos podem chamar a atenção.

Já no segundo, independentemente do que tenha acontecido, explica, o que importa é postura do profissional, o comprometimento com o trabalho e os resultados obtidos.


Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/saiba-o-que-e-mito-e-o-que-e-verdade-na-busca-por-um-emprego/45374/

6 dicas de marketing para pequenas empresas

Invista na marca e no atendimento para aumentar as vendas e o lucro do seu negócio.





São Paulo – As pequenas e médias empresas que estão dispostas a crescer precisam investir na marca e a na divulgação de seus produtos. Mesmo sem uma área especializada em marketing, é possível definir algumas ações para a sua equipe que vão ajudar a fortalecer o negócio.

Com a ajuda de especialistas na área, EXAME.com selecionou seis dicas essenciais para fortalecer o marketing na sua empresa. Confira:

Invista nas redes sociais

Se sua empresa ainda não tem uma página na internet ou perfis nas principais redes sociais é hora de tomar uma atitude. Cada vez mais as pessoas compram e discutem marcas e produtos pela rede e as empresas que ficarem de fora desse movimento vão perder novos consumidores. Além disso, através das redes sociais é possível ouvir os clientes, encontrar pontos a melhorar e fazer mudanças no negócio seguindo a demanda de quem compra.



Construa uma marca forte

Mesmo que não se torne conhecida do público geral, é importante para uma pequena consolidar a marca em seu mercado potencial. Para isso, funcionários, colaboradores e clientes precisam ter clareza sobre a imagem da empresa, já que são eles quem ajudam a divulgá-la. Ter uma posição clara no mercado e construir uma identidade visual padronizada – abrangendo de cartão de visitas a folhetos promocionais – é fundamental.

Ofereça um bom atendimento

A impressão que um cliente leva da sua empresa importa tanto quanto o produto. Seja durante ou depois da venda, é imprescindível ter um bom atendimento. Isso inclui responder às solicitações e reclamações dos consumidores com agilidade e manter um canal direto entre eles e a empresa. Oriente toda a equipe e tenha respostas rápidas para atender às dúvidas. Com um atendimento bem definido, fica mais fácil receber sugestões de mudanças e melhorias, por exemplo.



Calcule o retorno do marketing

Algumas métricas de marketing exigem pesquisas e relatórios elaborados. Outras, porém, podem ser percebidas rapidamente no andamento do negócio. Antes de uma ação, investigue quem é o seu público e qual o efeito esperado. Tenha uma planilha organizada que compare o objetivo da nova estratégia com o resultado conseguido. Compare também os números do período anterior para calcular o impacto do esforço feito para divulgar a marca.

Faça um plano de marketing

O planejamento de marketing é tão importante quanto o plano de negócios e o tributário. O primeiro passo é analisar os fatores externos e internos que podem influenciar o desempenho da empresa. Entenda como funciona o comportamento de compra do cliente e conheça bem os outros players no mercado. Isso ajuda a definir o posicionamento da empresa e traçar as estratégias, os objetivos e as metas de marketing. Todo plano de marketing deve ter um cronograma que indique um responsável para cada ação.

Informe-se e estude

Para os empreendedores que não têm uma formação em administração ou uma boa base em conceitos de marketing, os livros podem ser uma saída. Existe uma extensa bibliografia sobre o assunto da qual os pequenos empresários podem tirar proveito. Para começar, busque um autor consagrado, como Philip Kotler e seu livro Administração de Marketing. Se o foco for serviços, a dica é ler Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados, de Lovelock e Wirtz. Para ajudar na elaboração do plano de marketing fique com Planos de marketing, de McDonald.



http://exame.abril.com.br/pme/noticias/6-dicas-de-marketing-para-pequenas-empresas

segunda-feira, 6 de junho de 2011

10 Lições para Recém Graduados

Recebi uma mensagem na semana passada comentando que alguns dos meus posts seriam ótimos para disseminá-los entre universitários prestes a se formarem e que estão em busca de seus propósitos e paixões. É claro que meu blog é para pessoas de todas as idades, mas a mensagem me inspirou a pensar em como o conteúdo do blog poderia beneficiar recem-formados e aí refleti sobre as seguintes questões…

1. Você está aqui por uma razão e a coisa mais importante que pode fazer na vida é encontrar, viver e compartilhar o seu propósito. Essa é a única coisa na vida que realmente importa e se você não o perseguir, todo o resto não tem significado algum.

2. Siga a sua paixão. É bem provável que assim você chegue ao seu propósito. Faça aquilo que te energiza. Sempre.

3. Talvez não saiba onde sua paixão está exatamente agora. Tudo bem. O importante é fazer com que ela seja a sua missão de vida, ou seja, encontrá-la, vivê-la e compartilhá-la. Para ajudá-lo a encontrar sua paixão, procure trabalhos e experiências que lhe permitam fazer uso de seus dons e talentos.

4. Tenha cuidados com hobbies. Só porque adora dedicar tempo ao Facebook isso não significa que gostaria de trabalhar nesta empresa. E só porque adora cozinhar isso não significa que gostaria de ser dono de restaurante. Por exemplo, tenho uma amiga que foi proprietária de um bistrô mas ela se deu conta que não gosta do segmento de alimentos. Adora mesmo é a parte do atendimento e do marketing do negócio.

5. Quando abandonar algo, abandone pelas razões certas. Não largue porque é difícil ou porque está experimentando desafios. Largue porque lá no fundo do seu coração você sabe que há algo além daquilo para ser feito. Saia ou porque não está se beneficiando ou porque não está beneficiando a empresa para a qual trabalha. Saia porque está absolutamente certo que não faz sentido estar onde está.

6. Aprenda algo de todo trabalho e toda experiência. Cada posição, seja boa ou má, o prepara para a função que, no final das contas, você foi talhado para exercer.

7. Qualquer que seja o trabalho que pegar depois de formado decida simplesmente contribuir. Quando você contribui nas pequenas coisas, suas chances de contribuir nas grandes aumentam consideravelmente.

8. O trabalho dos seus sonhos provavelmente não é aquele sobre o qual você sonhava. Geralmente acabamos em carreiras surpreendentes que não tem nada a ver com nossa formação universitária ou mesmo com nossos sonhos de infância.

9. A busca pelo seu propósito não se dá em linha reta. Ela está cheia de mistérios, sinais, obstáculos, vitórias, becos sem saída, atrasos e desvios. Tenha fé e permaneça otimista na sua busca.

10. Não apresse o futuro. Existe um processo pelo qual as sementes devem passar para se transformar naquilo que se estão destinadas a se transformar, e você deve passar por este mesmo processo para se tornar a pessoa que está destinada a ser e fazer o trabalho que está destinado a fazer. Talvez queira que as coisas aconteçam AGORA, mas o mais provável é que se conseguir o que quer AGORA você não estaria preparado para ela. O processo de busca do propósito o prepara, o fortalece, o deixa em forma e o desenvolve para ter êxito, não na hora em que você quer, mas na hora certa.



Neste processo, conte comigo,



Pablo

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Use o seu marketing

A sua marca será a impressão que ficará no primeiro contato. Qual a imagem que você tem passado para o outro?


Por Maria da Glória Dantas de Araujo


Vivem-se momentos de grandes desenvolvimentos, onde a tecnologia avança a cada dia. Através destas transformações as pessoas estão mais informadas. Não só basta ter talentos precisa-se de um bom relacionamento. Para MARCHESINI, OLIVEIRA, SÁ, BASTA (2003, p.15). "O mundo passa por grandes transformações que, às vezes, fogem ao controle de indivíduos e organizações. Novas crenças, novos valores, novos desejos, novas necessidades e expectativas se apresentam a cada dia."


O marketing é um meio de comunicação.

CHIAVENATO (2007, p.201; 202). Define:

"A palavra marketing vem do inglês market, que significa mercado. O marketing corresponde a todas as atividades da empresa que visam à colocação de seus produtos/serviços no mercado consumidor. Assim, o marketing está voltado completamente para o mercado e para o cliente. Sua função é fazer com que os produtos/serviços da empresa cheguem da melhor forma possível ao consumidor final."

A sua marca será a impressão que ficará no primeiro contato. Qual a imagem que você tem passado para o outro? Seu comportamento, atitudes e gestos mostram sua personalidade. Aja com descrição. As pessoas vão identificar-lhe como alguém interessante e interessado pelo o que faz. Demonstre competência, venda corretamente a sua imagem. Segundo MARCHESINI, OLIVEIRA, SÁ, BASTA (2003, p.51). "[...] Comportamento é o conjunto das reações que se podem observar num individuo, estando este em seu ambiente e em dadas circunstâncias; é o reflexo de sua personalidade, percepção, motivação, atitudes e aprendizagem."

O marketing pessoal é uma marca que vai fazer as pessoas lembrarem sempre de você. Seja transparente, empático e confiante com o que faz. Tenha espírito de equipe e maturidade, visão de entender o que esta fazendo e o por quê! Transmita honestidade e paciência por via das atitudes. Questione sempre os pensamentos, educação, ética, apresentação, comunicação, capacidade de liderança, o conteúdo, gentileza e atenção. MARCHESINI, OLIVEIRA, SÁ, BASTA (2003, p.65). Comenta "[...] O ser humano é motivado pelas necessidades internas e externas que se manifestam fisiológica e psicologicamente [...]."

O marketing que se desenvolve é indispensável para aprender e ser um motivador. Trilhar caminhos para o sucesso. O Bom humor é um estado de espírito essencial que a motivará sempre. Através do mesmo tornarão mais fáceis o processo da comunicação.


De acordo com KOTLER (2003, p.111; 112):

"[...] Os bons lideres querem conhecer as opiniões francas de seus colegas. Encorajam o debate construtivo e o raciocínio não convencional. Anseiam por idéias que delineiem o grande quadro. Toleram erros honestos e quando tomam a decisão final inspiram as pessoas a dar o melhor de si. [...]."


O Marketing de relacionamento é tudo o que se faz em prol em função a favor do outro. Todos precisam independente de quem for.

O Objetivo do marketing de relacionamento é ganhar mercado. Não apenas vender produtos e serviços. É ferramenta que a empresa utiliza para fazer com que seus produtos sejam conhecidos, apreciados e comprados. Portanto o marketing pessoal é o profissional fazer o mesmo só que em benefício da sua carreira. A relação entre a empresa e o cliente é longa e duradoura.


No entendimento de KOTLER (2003, p.133):


"[...] O capital de relacionamento é a soma do conhecimento, experiência e confiança de que a empresa desfruta perante os clientes, empregados, fornecedores e parceiros de distribuição. Esses relacionamentos geralmente valem mais do que os ativos físicos da empresa. Os relacionamentos determinam o valor futuro do negocio."


Seja um sonhador. Os grandes empreendedores não param de sonhar. Lutam por seus objetivos, dão o melhor de si. Estão sempre entusiasmados e a cada dia renovam suas esperanças com otimismo. Para CURY (2004, p.147). "Quem sonha não encontra estradas sem obstáculos, lucidez sem perturbações, alegrias sem aflição. Mas quem sonha voa mais alto, caminha mais longe. [...]."

KOTLER (2003, p.55). Afirma:

"[...] O empreendedor é alguém imbuído de paixão e de energia para criar algo novo. O empreendedor é o equivalente moderno dos pioneiros em busca de novas fronteiras. O empreendedor assume riscos contra todas as chances. Seu objetivo é menos ganhar dinheiro do que construir alguma coisa inédita. E, quando bem-sucedido, cria empregos e gera renda para mais pessoas."

Precisa-se de metas claras quando sabe exatamente o que quer, aonde quer chegar. Um negócio bem sucedido precisa de aceitação e espontaneidade.

Uma venda bem sucedida são frutos de uma boa negociação. Toda venda tem etapas a seguir. Inicia por um cumprimento. Durante a negociação esteja sempre junto ao cliente, perceba detalhes nas reações dele. Por último a finalização que é a parte da transformação do desejo em realidade. Venda a sua imagem de forma positiva. Indique para o seu cliente o necessário, o que funciona e dê certo. O sucesso da venda é o troféu a ser conquistado. Para MARCHESINI, OLIVEIRA, SÁ, BASTA (2003, p.136). "O profissional de sucesso deste novo milênio tem que desenvolver uma visão holística da organização e relacionar-se com todas as áreas funcionais." Segundo CHIAVENATO (2007, p.207). "Um cliente pode ser uma organização, uma empresa, um usuário dos produtos/serviços ou um consumidor final."

O que você deseja conquistar? Pode ser um emprego, um namorado (a), amigo (a), ou uma venda que queira realizar. Você precisa saber conquistar e ser aceito. Os grandes relacionamentos são duradouros independentes de qual for. Todos precisam confiar no seu conteúdo e objetivos. Adquira a confiança. CURY (2004, p.141; 142). Afirma. "Todos os grandes pensadores da história brilharam não pelo excesso de conhecimento na memória, mas pela sua capacidade de duvidar, de se abrir ao novo, de percorrer áreas nunca antes pisadas, de expandir sua inventividade".



REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor: empreendedorismo e viabilidade de novas empresas: um guia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio. 2º ed.rev. e atualizada São Paulo: Editora Saraiva, 2007. 281p.


CURY, Augusto Jorge. Nuca desista dos seus sonhos. Rio de Janeiro: Sextante,2004. 154p.

KOTLER, Philip. Marketing de A a Z: 80 conceitos que todo profissional precisa saber: tradução de Afonso Celso Cunha Serra, Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 3ª Reimpressão, 2003. 251p.

MARCHESINI, Fernando Roberto de Andrade; OLIVEIRA, José Antônio Ferreira de; SÁ, Luís Carlos Seixas de; BASTA, Darci, coordenadora. Fundamentos de Marketing, Rio de Janeiro, RJ: Editora FGV, 2003. 148p. (Publicações FGV Management, Série Gestão Empresarial).

A recompensa de um professor

Por Marcelo Gris


Todos escolhem suas profissões, seguem carreiras na medicina, no direito, na psicologia, na engenharia, enfim,escolhem o que mais tem haver com suas personalidades e gostos particulares,mas ser educador é realmente uma das profissões mais recompensatórias que um indivíduo pode escolher.


Grande parte dos leitores neste momento deve estar se perguntando: Ser Educador x Recompensa? Ou ainda: Desde quando educador é mais valorizado que um médico ou um advogado?

Mas eu não quero tratar aqui de recompensa financeira, alias, falemos disso mais adiante; Quero falar da recompensa que não pode ser paga, aquela em que você como mestre vê todos os dias quando um de seus egressos conquista o sucesso, alcança seus objetivos e valida seus espaços. Ver uma pessoa expandir seus limites por meio de “suas mãos de educador” o torna parte daquela vida, por mais que muitos educadores nãoenxerguem a luz imediata, suas ações contribuem para que o aluno dê o norte a seu horizonte.

Um professor tem uma das mais sagradas e belas virtudes, a de transmitir o conhecimento, aliás, conhecimento sem professor é somente um apanhado de informações, afinal como sabemos a transformação de dados em informação pode ser feita por qualquer sistema informático, mas transformar a informação em conhecimento só é possível com a mão do mestre que orienta.

O professor é também um “ser pensante” em constante atualização, afinal ele é muitas vezes a ponta do iceberg em uma discussão na sala de aula e se este não converge dentro de suas respostas às duvidas frequentes dos alunos, passa a ser questionado.

O docente é também um agente de transformação social, alias esta é a sua maior recompensa, que poderá sobreviver até mesmo a sua própria morte. Um professor que lança ideias promove discussões e ajuda a criar soluções praticas para as mais distintas realidades, acaba rompendo as fronteiras da sala de aula e chegando até a vida de pessoas que ele nunca imaginou chegar.

Mas é claro que recompensa dentro do regime político e social em que vivemos não pode ser relacionada somente a isso, afinal um professor como qualquer outro ser, alimenta-se, tem vida social ativa e gasta, por sinal, gasta muito dinheiro! E é justamente este ponto que desestimula as pessoas a seguir esta profissão nos dias atuais, A RECOMPENSA FINANCEIRA.

Eu sou professor universitário, tenho 26 anos de idade, leciono em cursos de graduação e pós-graduação, escolhi este caminho por amor e não somente pelo dinheiro, mas não posso ser hipócrita em afirmar que só o amor me manterá, mas tenho no peito o orgulho de dizer que por minhas mãos já passaram enfermeiros, advogados, administradores e outros diversos profissionais e que a cada dia que vejo uma pessoa dizer que professor é um caminho que não traz resultados eu sinto que na verdade aqueles que dizem isto não sabem o que falam, afinal sem o professor não há profissional.

Valorizem o professor, acreditem no professor, apoiem o professor!


Marcelo Gris
Professor Universitário

Administrador de Empresas – CRA/TO 885

Especialista em Gestão Pública

Projetos, empreendedorismo e futuro

“Nunca diga que isso ou aquilo é um saco de se fazer, pois está no que a maioria não gosta o diferencial dos que acertam”.(Sérgio Dal Sasso)


Por Sérgio Dal Sasso


(Sérgio Dal Sasso, consultor, escritor e palestrante. Palestras empreendedorismo para carreiras, profissões, empresas e instituições públicas. Portal: www.sergiodalsasso.com.br)


A vida é um grande palco onde temos que aprender com o que pesa das experiências e vivências, para que assim tenhamos luz própria para alcançar as próprias referências. Nossa construção dependerá sempre da solidez das bases que devemos formar para um agir sustentável e organizado diante das mais variadas situações e desafios a serem enfrentados nos desenvolvimentos dos projetos.

Ter idéias não é nada difícil, mas fazê-las saírem do campo dos sonhos, tornando-as reais é sempre algo desafiador, pois o grau de dificuldade não mais se encontra na comprovação da capacidade de quem desenvolve algo, mas no convencimento de que esse algo possa ter afinidades e interesse de consumo. Se no passado ainda existiam espaços para se criar algo novo, hoje a durabilidade de qualquer novidade é quase que instantânea, já que disputamos centímetro a centímetro o interesse dos mesmos públicos diante das infinitas possibilidades do como eles podem gastar seus recursos.
É no meio de um mundo de dificuldades que vamos ter que mostrar nossas aptidões talentosas, e enfatizando isso, devemos resumir nossos avanços indo de encontro com o que ainda não somos.

"Nunca diga que isso ou aquilo é um saco de se fazer, pois está no que a maioria não gosta o diferencial dos que acertam".

Quantas vezes me deparo com meu próprio pensamento em querer pular as fases de algo que tenho que fazer, mas que por diversas razões não são do gosto pessoal, e quantas vezes as coisas não acontecem exatamente por estarem incompletas de informações e de gente que podia estar junto, mas que por caracteristicas suas e minhas, desprezamos por achar que são desnecessárias.

Quando falamos em projetos, falamos do que ainda está para ser feito, do futuro, das convicções e condições para sustentação e recursos à direção planejada, para que desafios e dificuldades sejam substituídos por oportunidades. Projetos dependem da qualidade dos estudos para que nos demonstrem o poder da sua viabilização, e nesse caso o passado devidamente registrado é algo fundamental para garantir a organização atual, sua avaliação e simulação do que fazer pelos objetivos.
Do lado qualitativo, e de olho no conjunto das coisas que nos fazem melhores, devemos pensar que sociedades complexas dependem dos valores de troca, que não mais podem ser desenvolvidos por hierarquias que enferrujam as decisões, mas por pessoas cujas qualidades se afinem pelos objetivos comuns, pelo compartilhamento de idéias e soluções que formem atrativos para que possamos conquistar e selecionar com quem vamos.

Fica fácil a gente aprender com a vida e depois olhar para os fatos do passado e pensar o como teria sido os resultados com a visão atual. Rever o passado é válido, mas diante do já foi registrado somente a disposição pela análise e vontade de mudar, pode somar para que nossa evolução hoje seja incorporada de mais seguranças pelo que acreditamos poder ser amanhã. Nesse sentido as saudades e as insatisfações devem ser adicionadas ou revistas mantendo o que de fato nos fizeram conquistar as coisas boas e aprendendo a se modificar, evitando os mesmos vícios e ausências que ajudaram nas falhas.





Sérgio Dal Sasso
"Empreendedorismo de A a Z"
http://www.sergiodalsasso.com.br/
falecom@sergiodalsasso.com.br

Cinco (falsos) mitos sobre Qualidade no Atendimento no Brasil

A melhor forma de atender clientes atualmente está em compreender que seu poder de comunicação foi ampliado, pois, se tornou um formador de opinião perante todo o mundo digital. Portanto, façamos uma reflexão para compreender alguns mitos sobre atendimento ao cliente no Brasil.


Por Débora Martins

1 - Os atendentes são "burros" e robotizados.


Algumas pessoas afirmam que os atendentes (atendimento telefônico ou pessoal) são pessoas com baixa estrutura cognitiva, que geralmente demonstram pouca sensibilidade e disposição para resolver problemas. Além de dificuldade para ouvir e compreender as necessidades dos clientes.



A realidade: São profissionais qualificados que lidam com uma carga enorme de responsabilidades e altos níveis de estresse. Muitas vezes podem apresentar uma postura robotizada por cansaço e falta de disposição devido à rotina da atividade. Vale ressaltar que a função exige do profissional muita energia e capacidade para gerenciar conflitos.

2 - Os clientes estão satisfeitos com o atendimento da maioria das empresas no Brasil.

Algumas pesquisas de satisfação encomendas por empresas, principalmente as do setor de Telecom , apontam para níveis crescentes de satisfação dos consumidores.

A realidade: Os consumidores brasileiros estão, sim, insatisfeitos. Ficam indignados, reclamam e agora aprenderam a buscar por seus direitos. Em breve aprenderão a boicotar as empresas que fornecem produtos e serviços de má qualidade, seguindo exemplos de países da União Européia.

3 - O atendimento pessoal é melhor do que o contato telefônico.

Muitos clientes acreditam que há diferença na forma com que as empresas atendem, sendo melhor o pessoal.

A realidade: O contato telefônico facilita em muitos casos a vida dos próprios clientes, evitando custos de deslocamento e desperdício de tempo. Há empresas que investem em ferramentas para fornecer atendimento rápido e com qualidade. Ambas as formas de atendimento devem satisfazer as necessidades do cliente. Entretanto, pode ser uma questão de preferência. Para os que preferem "olho no olho" nada substitui o contato humano.

4 - Os atendentes recebem treinamento constante sobre técnicas e aperfeiçoamento.

Algumas pessoas pensam que os atendentes nas empresas são treinados constantemente, que recebem apoio psicológico e contam com toda estrutura de trabalho adequado.

A realidade: Cabe a cada empresa investir e capacitar seus atendentes da forma que julgar adequada. Algumas empresas fornecem treinamento de capacitação, monitoramento de qualidade e criam campanhas para valorizar o profissional. Outras literalmente "jogam" a pessoa na linha de frente sem qualquer preparo prévio. No Brasil o investimento em treinamento dos atendentes ainda é considerado custo. Muitos gestores não perceberam, ainda, a importância que este profissional tem em termos da própria segurança e imagem de suas empresas.

5 - É o departamento que recebe maior investimento nas empresas.

Na abordagem acima percebemos que a situação é bem diferente.

A realidade: As empresas investem em marketing e vendas. Divulgam e vendem, mas não há profissionais qualificados para fazer o pós-venda, fornecer suporte e, posteriormente estreitar os vínculos por meio de ações de CRM com finalidade de fidelização.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Garçom, traz a mais gelada: marketing no mercado de cervejas

Atualmente, muito mais que tentar vender meros atributos racionais ou emocionais do produto, a comunicação destas marcas procura se basear em aspectos lúdicos, irracionais e, até mesmo, incompreensíveis.


Por Marcos Hiller, www.administradores.com.br

Quando o assunto é mercado de cerveja, reúna todo aquele conhecimento que se aprendeu na faculdade, os 4 Ps de marketing, promessa de marca, construção de posicionamento etc., e jogue fora. O processo de comunicação do segmento de cerveja hoje em dia é regido por uma ordem que não encontra facilmente nos livros de marketing. Atualmente, muito mais que tentar vender meros atributos racionais ou emocionais do produto, a comunicação destas marcas procura se basear em aspectos lúdicos, irracionais e, até mesmo, incompreensíveis.



Hoje, ligamos a televisão e vemos Beto Barbosa cantando Adocica, Sandy dançando em cima de balcão de bar ou, então, até duas "loiras" gringas da marca nordestina Proibida (sediada no município de Pindoretama/CE). Todas essas são exemplos de como indústrias cervejeiras estão se utilizando de munição de marketing para se conectar aos seus consumidores. O que boa parte deles não sabe é que o ganho de market share no feroz mercado de cerveja depende de variáveis mais complexas e mais estratégicas como gestão disciplinada de força de vendas, capilaridade de pontos de distribuição, entre outros.

Vale a pena lembrarmos aqui o polêmico caso da cerveja Devassa que utilizou a, literalmente, devassa Paris Hilton no lançamento da marca. Há quem diga que neste comercial, os executivos da marca propositalmente passaram do ponto na sensualidade do comercial, justamente para ser vetado pelo Conar e, com isso, ganhar visibilidade e buzz marketing para a marca. E mais recentemente, quem estrelou a campanha foi a recatada filha de Xororó, que não bebe cerveja (pelo menos é a imagem que nos é passada). Não adianta, market share de cerveja não decola assim.

No caso mais recente da marca Proibida, a estratégia de utilizar redes sociais foi uma das principais formas encontrada pela empresa para concorrer com as gigantes do mercado. O que os executivos da empresa talvez não saibam é que cerca de 20% de nosso país apenas tem acesso a essas plataformas tecnológicas.

O programa "Pânico na TV!", da Rede TV!, ainda que patrocinado por uma marca de cerveja da concorrência, mostrou as super loiras da Proibida por várias semanas no reality "As Tchecas do Brazil", sem saber que era uma campanha publicitária. O programa ficou sabendo por meio do jornal Folha de S.Paulo. Não adianta, market share de cerveja não cresce assim. Eles poderiam ter pego uma parte dos R$ 60 milhões que estão investindo na marca e destinar para comissão para equipe de vendedores. Certamente, o ponteiro de vendas da marca ficaria mais feliz.

Para entrar nesse mercado e disputar com gigantes como Ambev (simplesmente a maior cervejaria do mundo), ou Heineken, não basta ter um produto de qualidade, um sabor único ou um preço que o consumidor esteja disposto a pagar. Logicamente, são variáveis importantes a serem analisadas, mas, no fundo, o que realmente conta é o processo de vendas e distribuição ou se preocupar com o hábito do bebedor de cerveja no bar, que se resume no: "garçom, traz a mais gelada!".

Marcos Hiller - é coordenador do MBA Gestão de Marcas da Trevisan Escola de Negócios e idealizados do "Brand Loyalty Summit", evento que será realizado nos dias 16 e 17 de junho na Trevisan (@marcoshiller).

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Empresas: 94% veem discriminação na contratação de homossexual

Segundo os entrevistados, a escolha ou não do profissional depende da posição e da área para as quais ele se candidatou.


Atualmente, questões relacionadas à homossexualidade estão em pauta. Os debates acontecem desde a esfera política, como Câmara dos Deputados e Senado Federal, até nas conversas nas escolas, no ambiente familiar e no trabalho.


Apesar de a Constituição Federal vetar qualquer tipo de discriminação, uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com revela que 94% das empresas têm restrições ao contratar um profissional homossexual.

Para 38%, existem restrições ao contratar um profissional homossexual. Segundo os entrevistados, a escolha ou não de um colaborador homossexual depende da posição e da área para as quais ele se candidatou.

Já outras 31% das empresas declararam que o preconceito existe, mas é velado, ou seja não é assumido.

Outros 25% dos entrevistados acreditam que a discriminação existe, mas é menos constante do que há alguns anos e 6% acreditam que não existe preconceito dentro das empresas.

Visão dos profissionais

O levantamento também entrevistou 400 profissionais, homossexuais e heterossexuais, sobre o assunto. Mais da metade (54%) disse que há discriminação no processo seletivo.

Já outros 21% afirmam que o preconceito ainda existe, mas vem diminuindo com o passar dos anos, enquanto 22% acreditam que a discriminação depende do tipo de área e da vaga deseja; apenas 3% pensam que esse problema não existe mais.

O diretor-geral da Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg, ressalta que a orientação sexual do candidato não deve ser levada em conta no momento da entrevista, assim como outros aspectos de sua vida pessoal.

“Em países como os Estados Unidos, por exemplo, fazer qualquer tipo de pergunta que não seja de cunho profissional no momento da entrevista, como perguntar a idade, o estado civil, se a pessoa tem filhos, entre outros, é proibido por lei. O que é de fato relevante na contratação são suas competências”, finaliza.

Mídias Sociais: um grande desafio

Acredito que a maior parte dos profissionais de comunicação, que lidam com as mídias sociais, compartilham do pensamento acima.
Não sei vocês, mas diariamente, na base da tentativa e do erro estou aprimorando meu conhecimento sobre esse misterioso e maravilhoso mundo. Na própria rede podemos encontrar muitas informações sobre esses novos canais de comunicação, mas creio que só o dia a dia nos faz compreender qual é a melhor opção para os objetivos que temos.


Nos últimos tempos, aprendi algumas coisas e quero compartilhar com vocês.Não sei quantos de vocês chegaram a ler o post "Mídias sociais, existe a melhor opção", resumidamente, eu dizia que cada um desses novos canais, embora na mesma plataforma - web, atingem diferentes públicos e saber dosar o percentual de cada um deles na sua comunicação não é nada fácil, você só conseguirá entender isso com o tempo.

Outra questão que tem tomado bastante tempo da minha atenção, é o SEO. Parece ser simples, mas na verdade não tem nada de simples. A grande dúvida ainda é saber quais são as palavras de maior valor na NET. Com elas, sem sombra de dúvidas, você irá atrair mais ou menos audiência. O Goodle AdWords é ótimo meio para começar esse trabalho.

Ao longo desses meses descobri uma série de coisas e confesso, se eu fosse começar um planejamento de comunicação nas mídias sociais, minha estratégia seria diferente.

Eu faria da seguinte forma:

- Faria um mapeamento da rede para entender o que as pessoas andam falando sobre mim.

- Definiria os meus objetivos com base na análise acima. Por que eu vou usar as mídias sociais? Eu quero iniciar um relacionamento, resgatar, encerrar, estreitar ou simplesmente aumentar o "awareness" que o mercado tem da minha marca.

- Em que canais eu encontro a minha audiência? Preciso começar a utilizar todos juntos ou posso fazer isso por partes?

- Quais são as mensagens chaves que eu quero compartilhar. Fazer uma lista com os principais tópicos e tentar elencar em cada um deles uma dezena, quem sabe até centenas de itens chaves para divulgar.

- Dentre esses tópicos, quais deles são os mais procurados no site que eu já possuo. Vamos otimizar e usar isso para o meu favor.

- Como eu vou monitorar a rede? Quais ferramentas eu tenho que utilizar, quantas pessoas estarão envolvidas nessa tarefa?

- Como mensurar a menção do meu nome?

- Criar um matriz de menção X qualidade.

- E por fim melhorar, e corrigir o que não está bom....evoluir sempre.



Leia o texto na íntegra. Acesse: http://onossopapo.blogspot.com/2011/05/midias-sociais-um-grande-desafio.html

Quer que o colaborador produza mais? Diga a ele que seu desempenho está ruim

Pesquisa revela que dar feedback ao empregado que está mal é mais produtivo do que dar retorno a quem está bem no trabalho.



Funcionários que recebem feedback direto sobre seu mau desempenho se esforçam mais para melhorar.

São Paulo – Contar ao funcionário que seu trabalho não está tão satisfatório como deveria pode não ser uma tarefa confortável ou fácil, mas vale a pena se for considerado o potencial para melhorar a produtividade. Pelo menos é essa a conclusão de uma pesquisa feita pelas faculdades americanas Harvard Business School e University of North Carolina e divulgada recentemente.

O experimento, realizado durante um mês em um banco japonês, mostrou que falar claramente – e em particular – que o desempenho de um funcionário está entre os piores traz um retorno de produtividade bem maior e mais rápido do que o que resulta de um feedback dado ao empregado que está indo bem no serviço.

Para chegar a essa conclusão, os estudiosos separaram os funcionários do banco em três grupos: um que iria ser avaliado de forma constantemente negativa, outro de forma positiva e o terceiro não iria receber retorno algum. Nos grupos que seriam avaliados, essa opinião poderia ser direta, em que eles seriam avisados que estavam entre os dez piores ou melhores do ranking (dependendo do grupo em que estavam), ou indireta, em que receberiam a notícia de que não estavam entre os dez piores ou os dez melhores.

O grupo que recebeu feedback mais direto e negativo teve um aumento de produtividade médio de 13,6% em relação ao dia anterior ao aviso. Já os indivíduos que receberam o feedback negativo, mas indireto (sabendo que não estavam entre os piores), caíram 17% em produtividade no dia seguinte. No caso do grupo avaliado positivamente, não houve uma melhora de produtividade no curto prazo, tanto no feedback direto quanto no indireto.

A razão para essa diferença está no ego. Enquanto os funcionários que estavam entre os piores ficaram envergonhados e se esforçaram para melhorar, quem não ficou no fim da lista se sentiu aliviado e relaxou nos esforços. Os demais, que já estavam bem, continuaram bem, mas não se esforçaram tanto quanto os que estavam na pior.

Longo prazo

Apesar de os resultados da avaliação no curto prazo terem sido mais marcantes no grupo de pior desempenho, a pesquisa mostra que, ao longo do tempo, a melhora é geral, em relação ao grupo que não teve nenhum tipo de retorno sobre o trabalho. Até as pessoas que tiveram o feedback negativo indireto, que caíram no curto prazo, tiveram um desempenho melhor do que aqueles que as que não receberam esse tipo de atenção. Isso mostra que, independentemente do prazo ou do tipo de funcionário, revelar a avaliação de cada funcionário vale muito mais a pena.

Cuidado com exageros

Mas, na hora de fazer a avaliação de desempenho, as empresas precisam tomar cuidado para não confundir feedback com assédio moral. A Ambev, por exemplo, já obrigou funcionários que foram mal nas vendas a deitar em caixões. A empresa de bebidas Renosa inventou um prêmio para o pior funcionário do mês e a loja City Lar, no Acre, pregou frases como “sou um rasgador de dinheiro” nas salas de reuniões. Todas elas responderam na justiça pela falta de tato na hora de motivar. É por isso que os pesquisadores consideram muito importante manter a discrição sobre cada um dos empregados e, assim, preservar sua reputação diante dos colegas.





http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/quer-que-o-funcionario-produza-mais-diga-a-ele-que-seu-desempenho-esta-ruim